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Verão exige cuidados especiais com animais domésticos

28.12.2017

Com início do verão, alguns cuidados básicos são importantes para assegurar a saúde dos animais domésticos neste período. Por exemplo, mantê-los nos locais de menor incidência de sol durante o dia, são decisivos. Se for necessário, vale a pena manter ligados o ar condicionado ou o ventilador. Os passeios habituais devem ser feitos, ou antes, das 10h da manhã ou depois das 18h, para evitar os períodos de maior intensidade do calor. “E mesmo nestes horários, evitar pisos como o asfalto, que permanece quente por mais tempo e muitos não se dão conta”, alerta a médica veterinária Bruna Barni, da Unidade de Medicina Veterinária (UMV).

A hidratação dos animais é também fundamental. Nas caminhadas, levar água para o cão, em casa, aumentar o número de vasilhas e, até mesmo, colocar pedras de gelo, para refrescar. Deixar o animal sozinho dentro do carro, além da questão de segurança é outra situação a ser evitada. As temperaturas sobem rapidamente e o mascote pode entrar em choque e até vir a óbito com o calor excessivo. Mesmo respeitando os horários sugeridos, de temperatura mais amena, os animais de pelagem clara ou rala, necessitam de protetor solar, o que evita queimaduras e até câncer de pele.


Alimentação
 – É normal a redução do apetite nesses dias. Uma alternativa para manter os animais saudáveis é oferecer as refeições diárias em horários de temperatura mais amena, no início da manhã e à noite. Os tutores podem criar novidades como “picolés” caseiros feitos especial com frutas, misturados com água de coco e sem açúcar.


Doenças
 – No verão aumentam a proliferação de pulgas e carrapatos. Caso esses insetos apareçam, é importante buscar orientação com um médico veterinário para a aplicação de medicamentos preventivos e antiparasitários. Uma alternativa para facilitar nos cuidados é manter a pelagem do animal mais curta, facilitando na visualização desses parasitas. Recomenda-se ainda banhos regulares com higienização dos ouvidos e limpeza do ambiente onde o animal vive, reduzindo o risco de infestações.


Bicheiras
 – No caso de moscas, evitar que eventuais ferimentos na pele dos animais permaneçam expostos, a fim de dificultar a criação de larvas – as miíases, ou bicheiras – como são popularmente conhecidas. Examinar a pelagem dos mascotes domésticos, pode evitar outros problemas como sarna, berne ou detectar pequenos tumores que, com um diagnóstico prematuro, são mais tranqüilos de tratar e evitam problemas mais sérios no futuro. Medidas preventivas saudáveis tanto para tutores, quanto mascotes, incluem a colocação de telas nas janelas das residências e o uso de produtos repelentes além do controle do lixo doméstico.


Contaminação
 – As moscas quando pousam sobre a ferida depositam dezenas de ovos que, ao eclodir, transformam-se em larvas que se alimentam de tecido vivo. Chegam a cavar verdadeiras galerias sobre a pele, causando lesões, às vezes tão profundas que, além de um grande incômodo, atravessam a musculatura atingindo órgãos vizinhos. Tratado a tempo, a recuperação é rápida, mas em caso contrário, pode provocar até amputações de membros ou levar o animal à óbito. “Aumentam muito os atendimentos nesta época quente e deixar o animal com miíases sem tratamento, pode ser considerado caso de maus tratos”, alerta a veterinária, sobre o crime previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605/1998 e na Lei Municipal 694/2012.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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